O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) poderá adotar em outros Estados a metodologia desenvolvida pelo projeto pioneiro “Nomes Geográficos do Paraná”, que vai atualizar a identificação de rios, montanhas, estradas e povoados nos mapas paranaenses. O interesse foi manifestado durante reunião realizada em Curitiba entre representantes do IBGE de Florianópolis e do Rio de Janeiro com os coordenadores do projeto, Izabella Swierczynski, geógrafa da Secretaria do Planejamento e Coordenação Geral, e Gislene Lessa, do Instituto de Terras, Cartografia e Geociências (ITCG). O presidente do IBGE do Paraná, Sinval Dias dos Santos, também participou da reunião.
Segundo Izabela, o fechamento do relatório da primeira etapa do projeto está em fase de conclusão. “No ano passado, foi realizado um trabalho de campo, na região de Palmeira, onde confirmamos a importância do desenvolvimento do projeto para corrigir algumas inconsistências encontradas com o auxílio da comunidade. A população que reside na região teve uma participação significativa nos trabalhos”, explicou.
Para a realização da etapa de campo, equipes da Secretaria do Planejamento, ITCG e IBGE percorreram cerca de 70 quilômetros quadrados entrevistando moradores, verificando nomes de rios, montanhas e estradas. “Na prática, foi um exercício para definir a metodologia na carta topográfica em escala 1: 50.000 . “ Durante a coleta de informações constatamos muitas inconsistências, com nomes de rios grafados de uma maneira pelas comunidades locais e outra nos mapas do Paraná”, ressaltou Izabela.
BANCO DE DADOS - Durante a reunião, foi apresentado preliminarmente pela técnica do IBGE do Rio de Janeiro, Graciosa Rainha Moreira, o Banco de Dados de Nomes Geográficos do Brasil. O projeto desenvolvido pelo Paraná foi muito elogiado. “Foi sugerido que, em meados de dezembro, quando o IBGE concluir o Censo Geográfico, apresentássemos a metodologia desenvolvida no projeto Nomes Geográficos do Paraná para representantes do IBGE de todo o Estado, com a participação do IBGE Regional Sul e do Rio de Janeiro”, informou Izabella.
Além de trabalharem na conclusão do relatório da primeira etapa do projeto, os coordenadores e técnicos envolvidos no programa desenvolvem uma cartilha orientativa para a próxima etapa, que será denominado Projeto Global. Além de atualizar os mapas paranaenses, o projeto ajudará a entender como aconteceu a ocupação do Estado, já que os nomes geográficos refletem a formação étnica de uma região.
Segundo Izabela, o fechamento do relatório da primeira etapa do projeto está em fase de conclusão. “No ano passado, foi realizado um trabalho de campo, na região de Palmeira, onde confirmamos a importância do desenvolvimento do projeto para corrigir algumas inconsistências encontradas com o auxílio da comunidade. A população que reside na região teve uma participação significativa nos trabalhos”, explicou.
Para a realização da etapa de campo, equipes da Secretaria do Planejamento, ITCG e IBGE percorreram cerca de 70 quilômetros quadrados entrevistando moradores, verificando nomes de rios, montanhas e estradas. “Na prática, foi um exercício para definir a metodologia na carta topográfica em escala 1: 50.000 . “ Durante a coleta de informações constatamos muitas inconsistências, com nomes de rios grafados de uma maneira pelas comunidades locais e outra nos mapas do Paraná”, ressaltou Izabela.
BANCO DE DADOS - Durante a reunião, foi apresentado preliminarmente pela técnica do IBGE do Rio de Janeiro, Graciosa Rainha Moreira, o Banco de Dados de Nomes Geográficos do Brasil. O projeto desenvolvido pelo Paraná foi muito elogiado. “Foi sugerido que, em meados de dezembro, quando o IBGE concluir o Censo Geográfico, apresentássemos a metodologia desenvolvida no projeto Nomes Geográficos do Paraná para representantes do IBGE de todo o Estado, com a participação do IBGE Regional Sul e do Rio de Janeiro”, informou Izabella.
Além de trabalharem na conclusão do relatório da primeira etapa do projeto, os coordenadores e técnicos envolvidos no programa desenvolvem uma cartilha orientativa para a próxima etapa, que será denominado Projeto Global. Além de atualizar os mapas paranaenses, o projeto ajudará a entender como aconteceu a ocupação do Estado, já que os nomes geográficos refletem a formação étnica de uma região.