Pelo segundo mês consecutivo, a Região Metropolitana de Curitiba apresentou a menor taxa de desemprego para o mês de referência, desde 2003. Em maio, a taxa foi de 5,2%; em abril havia sido de 5,0%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) realizada pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), juntamente com o IBGE, e divulgados nesta quarta-feira (30).
O número de pessoas ocupadas foi estimado em 1,503 milhão, apresentando um aumento de 3,3% em relação a maio de 2009 e representando um acréscimo de 48 mil pessoas. A administração pública foi o setor que mais empregou neste período, sendo responsável por mais da metade das ocupações (24,2 mil pessoas). Já o número de pessoas desocupadas e procurando trabalho no mês maio de 2010 foi estimado em 82 mil pessoas.
No setor privado, o número de empregados com carteira assinada, estimado em 755 mil, cresceu 6,3% frente ao mesmo mês do ano anterior. Tanto os empregados sem carteira, quanto empregadores e trabalhadores por conta própria permaneceram estáveis na comparação com o abril deste ano e também com maio do ano anterior.
O rendimento médio real recebido pelos ocupados, no mês de maio de 2010, foi de R$ 1.434,80 com aumento de 5% em um ano. O rendimento médio dos homens foi de R$ 1.704,00, enquanto que o das mulheres foi de R$ 1.091,00, ou 35% menor.
O acréscimo no rendimento foi resultado do ganho dos empregadores (18%) e dos empregados com carteira do setor privado, que aumentou 3,5% no período de um ano. Estas altas foram impulsionadas pela construção civil e pela indústria.
Os empregados sem carteira, conta própria e àqueles ocupados na administração pública tiveram perdas salariais. A massa real de rendimentos diminuiu em aproximadamente 76 milhões reais de março para abril de 2010.
O número de pessoas ocupadas foi estimado em 1,503 milhão, apresentando um aumento de 3,3% em relação a maio de 2009 e representando um acréscimo de 48 mil pessoas. A administração pública foi o setor que mais empregou neste período, sendo responsável por mais da metade das ocupações (24,2 mil pessoas). Já o número de pessoas desocupadas e procurando trabalho no mês maio de 2010 foi estimado em 82 mil pessoas.
No setor privado, o número de empregados com carteira assinada, estimado em 755 mil, cresceu 6,3% frente ao mesmo mês do ano anterior. Tanto os empregados sem carteira, quanto empregadores e trabalhadores por conta própria permaneceram estáveis na comparação com o abril deste ano e também com maio do ano anterior.
O rendimento médio real recebido pelos ocupados, no mês de maio de 2010, foi de R$ 1.434,80 com aumento de 5% em um ano. O rendimento médio dos homens foi de R$ 1.704,00, enquanto que o das mulheres foi de R$ 1.091,00, ou 35% menor.
O acréscimo no rendimento foi resultado do ganho dos empregadores (18%) e dos empregados com carteira do setor privado, que aumentou 3,5% no período de um ano. Estas altas foram impulsionadas pela construção civil e pela indústria.
Os empregados sem carteira, conta própria e àqueles ocupados na administração pública tiveram perdas salariais. A massa real de rendimentos diminuiu em aproximadamente 76 milhões reais de março para abril de 2010.